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Pepsi lança latas em homenagem a Michael Jackson

05/09/2012

A PepsiCo vai lançar latas de refrigerantes com imagens de Michael Jackson, morto em 2009. Os rótulos terão uma foto ou um desenho do cantor. China e Estados Unidos serão os primeiros mercados a receber as latas, que serão distribuídas também na Ásia, América do Sul e Europa. Serão um bilhão de unidades vendidas em 20 países

A campanha “Live for Now” contempla o 25º aniversário do álbum “Bad”, um dos mais famosos do cantor, e incluirá concursos em que os fãs vão concorrer a jaquetas inspiradas nas usadas por Michael na gravação do clipe da música que dá nome ao disco. Os admiradores também vão disputar ingressos do espetáculo do Cirque du Soleil sobre o ídolo pop.

Na semana passada, a PepsiCo anunciou que as vendas de bebidas no Brasil cresceram 5% (em valor) no primeiro trimestre de 2012, na comparação com 2011. No entanto, na América Latina, as vendas caíram 2%, para US$ 4,4 bilhões. O lucro líquido global da PepsiCo caiu 1% no primeiro trimestre, para US$ 1,13 bilhão.

A PepsiCo passa por uma reestruturação para impulsionar suas vendas, principalmente no mercado americano. Desde o começo do ano, a companhia já anunciou um aumento de US$ 600 milhões na verba de marketing, a demissão de 8.700 funcionários e algumas mudanças no alto escalão.

A PepsiCo possui 22 linhas diferentes de produtos, que geram mais de US$ 1 bilhão em vendas no varejo cada. A receita líquida da empresa supera os US$ 65 bilhões. Algumas marcas do portfólio da empresa são Quaker, Tropicana, Gatorade, Frito-Lay e Pepsi Cola.

Não há informações sobre a chegada da lata ao Brasil.

Fonte: Correio do Estado

Conrad Murray quer romper o silêncio na leitura de sua sentença

11/23/2011

Conrad Murray, médico condenado pelo homicídio não intencional de Michael Jackson em 25 de junho de 2009, decidiu falar pela primeira vez. Segundo o site americano RadarOnline, Murray disse a seus advogados que deseja se dirigir à corte no dia 29 de novembro, quando será divulgada a sua sentença. Ele já perdeu a licença médica e, agora, pode pegar até quatro anos de prisão.

“Dr. Murray quer depor e sente que, se ele tivesse feito isso, não teria sido condenado. Murray está pasmo por seus advogados não o terem colocado para falar e disse que pretende suplicar ao juiz por misericórdia”, disse uma fonte próxima ao caso.

Condenado em 7 de novembro, depois de cinco semanas de julgamento, o cardiologista espera na prisão pelos detalhes de sua pena. Durante todo o processo, ele não quis falar no tribunal e apenas assistiu aos argumentos da acusação e da defesa.

Antes da condenação, Murray disse ao programa de televisão americano Today Show que não se sentia culpado. “Eu não me sinto culpado, porque não fiz nada errado. Sinto muito pela perda de Michael. Ele era um amigo pessoal. Está sendo doloroso”, afirmou. Essa entrevista e um documentário feito pela rede de televisão americana MSNBC com o médico devem ser exibidos no tribunal durante a divulgação da pena.

A presença de vários membros da família de Michael Jackson é esperada durante a leitura da sentença, na próxima terça-feira. Os filhos do cantor podem enviar cartas para serem lidas na corte.

Fonte: MJ News Alerts Brasil / Forum Neverland

Conrad Murray é culpado pela morte de Michael Jackson

11/07/2011

O cardiologista Conrad Murray, 58 anos, foi condenado por homicídio culposo (não intencional) do cantor Michael Jackson, nesta segunda-feira (7), em Los Angeles. A sentença final, aguardada para o dia 29 de novembro, pode determinar a prisão por até 4 anos e a perda da licença médica de Murray.

Murray ouviu o veredicto com a expressão imóvel, saiu algemado do tribunal e foi levado em custódia, sem direito a fiança. Durante todo o julgamento, que durou seis semanas, a acusação sustentou que o cardiologista foi irresponsável no tratamento de Jackson, usando métodos “bizarros”, como a aplicação sistemática do anestésico propofol fora de um ambiente hospitalar, na casa do cantor.

O ex-médico de Michael Jackson é algemado após anúncio da decisão do júri, nesta segunda (7)

Jackson sofria de insônia crônica, e precisava do auxílio de calmantes para dormir. O resultado da necropsia do cantor, que morreu em 25 de junho de 2009, apontou como causa da morte uma overdose provocada pela mistura de lorazepan e propofol.

A defesa afirmava que Michael provocou a própria morte, ao aproveitar a ausência temporária do médico para tomar uma dose extra de medicação e anestésicos.

Antes do anúncio da decisão do júri, uma multidão se reunia na entrada do tribunal com placas de apoio e condenação a Murray. Em uma delas, lia-se: “Murray, queime no inferno!”

O grupo de 12 jurados chegou ao veredicto da condenação unânime após menos de nove horas de deliberação.

Numa rápida entrevista após o anúncio da decisão, o promotor David Walgren agradeceu o juiz e os jurados. Também citou a família Jackson, que “sofreu a perda de um filho, de um pai, de um irmão”.

Familiares do cantor emitiram um comunicado por volta das 20h desta segunda. “Esperamos este momento por muito tempo, e não pudemos segurar as lágrimas de alegria no tribunal. Mesmo que nada possa trazer nosso filho de volta, a justiça finalmente foi feita!”

O comunicado continua. “Não vemos a hora de ir para casa e dividir esse dia com as crianças de Michael.”

Segundo a rede de TV Fox News, os familiares do cantor choraram ao ouvir o veredicto. La Toya Jackson, irmã do cantor, falou à Associated Press na saída do tribunal, e disse que “Michael estava olhando por nós”.

A expressão “Conrad Murray culpado” se tornou um dos assuntos mais comentados no Twitter.

Segundo o site TMZ, citando fontes policiais, Murray receberá proteção especial enquanto estiver na prisão. Ele será mantido em uma cela individual, acompanhado por um agente responsável por monitorar suas atividades.

Relembre alguns trechos ditos pela acusação durante o julgamento:

– A causa da morte de Michael Jackson foi overdose de Propofol, remédio administrado pelo Dr. Murray.

– Nós vamos provar que Conrad Murray agiu repetidamente com negligência e incompetência.

– Murray fez fez um esquema com uma farmácia para comprar grandes quantidades de Propofol em uma base regular. Mas ele mentiu para o farmacêutico, dizendo que tinha uma clínica em Santa Monica, e ele não tem.

– Em 10 de maio de 2009, Murray fez uma gravação de voz em seu iPhone que revela que Michael Jackson estava sob a influência de “substâncias desconhecidos” com o médico sentado ao seu lado. Isso mostra que Murray tinha consciência do estado de Michael.

– A polícia foi avisada às 12h20. Quando os paramédicos chegaram, Michael estava morto.

– Murray nunca disse aos paramédicos que ele deu Propofol ao músico, mesmo quando eles o questionaram sobre drogas administradas por ele.

– Os paramédicos afirmaram que Michael Jackson estava morto, mas Murray insistiu para que o transportassem para o hospital.

– Dois dias depois da morte do músico, Murray encontrou-se com detetives da polícia de Los Angeles e divulgou que estava dando doses diárias de Propofol ao astro por mais de dois meses, com o intuito de colocá-lo para dormir. Esta é a primeira vez que Murray revelou isso.

– Murray disse à polícia que ele foi ao banheiro para urinar e quando voltou, dois minutos mais tarde, descobriu que Michael não estava respirando. O Ministério Público diz que deixar um paciente sozinho é considerado abandono médico.

– O promotor encerrou afirmando que Conrad Murray agiu com negligência e não estava pensando no interesse de Michael Jackson, mas sim trabalhando por US$ 150 mil (R$ 276 mil) por mês.

Fonte: brasil.mjjunderground.com

Promotoria afirma que negligência de Murray causou morte de Michael Jackson

11/04/2011

O médico de Michael Jackson, Conrad Murray, agiu com negligência criminosa e provocou a morte do cantor, disse nesta quinta-feira um promotor na reta final do julgamento por homicídio culposo do astro, destacando que a evidência contra o cardiologista é “esmagadora”.

Ao apresentar suas alegações finais na sexta semana de julgamento, o promotor David Walgren disse que Murray violou a “confiança sagrada” entre médico e paciente, causando a morte do paciente e deixando três filhos sem pai.

“A evidência neste caso é esmagadora… De que Conrad Murray agiu com negligência criminosa, de que Conrad Murray causou a morte de Michael Jackson, de que Conrad Murray deixou Prince, Paris e Blanket sem pai”, afirmou Walgren.

“Para eles, este caso não acaba hoje ou amanhã ou no dia seguinte. Para os filhos de Michael este caso será para sempre porque não têm pai”, declarou.

“Eles não têm pai por causa das ações de Conrad Murray”, acrescentou.

Murray é acusado de provocar a morte de Jackson, ao dar ao paciente uma overdose do poderoso analgésico cirúrgico propofol, em combinação com outros sedativos, em 25 de junho de 2009, para ajudar o rei do pop a dormir.

A defesa tem argumentado que Jackson era um viciado desesperado, que provocou a própria morte ao tomar mais medicamentos, enquanto Murray estava fora do quarto do cantor, em uma mansão nos arredores de Los Angeles.

Mas Walgren disse que, enquanto médico, Murray estava encarregado da situação e não pode se esquivar da responsabilidade pelas drogas que mataram Jackson.

“Um médico tem uma obrigação solene, em primeiro lugar, de não provocar danos… Conrad Murray violou esta confiança sagrada uma e outra vez”, acrescentou, falando diretamente ao júri, formado por sete homens e cinco mulheres.

Segundo Walgren, o júri ouviu 49 testemunhas e viu mais de 330 provas em mais de cinco semanas, questionou Murray várias vezes e o acusou de pensar só em seu salário de 150.000 dólares ao mês para assistir Jackson.

“Em último caso… Este caso se reduzirá a se Conrad Murray agiu com negligência grave ou com negligência criminosa ao tratar Michael Jackson”, afirmou.

Murray tinha a obrigação legal de cuidar do astro, disse, acrescentando: “o descumprimento desta obrigação legal é negligência criminosa”.

O cardiologista de 58 anos pode ser condenado a até 4 anos de prisão e poderá perder a licença médica se for considerado culpado pela morte de Jackson.

O cantor morreu vítima de uma “intoxicação aguda de propofol”, um poderoso analgésico, em sua mansão alugada no luxuoso distrito de Holmby Hills, arredores de Los Angeles.

Depois das alegações finais de Walgren, o advogado de defesa de Murray, Ed Chernoff, deverá tomar a palavra para a difícil tarefa de convencer o júri de que Jackson era um viciado desesperado que provocou sua própria morte.

Mas a argumentação da defesa foi prejudicada pelo próprio relato de Murray sobre as últimas horas de Jackson. Segundo o que o médico disse à polícia, ele deu uma série de sedativos ao cantor, como lorazepam e midazolam, para que superasse a insônia da qual padecia.

Murray disse ter deixado Jackson por apenas dois minutos para ir ao banheiro e ao voltar, viu que não respirava.

Mas suas afirmações foram rebatidas por uma série de fatores, além do registro de uma série de ligações por celular de Murray a amigas no momento em que Jackson aparentemente jazia em seu leito de morte.

Depois de escutar os argumentos finais, o júri – que assistiu depoimentos, às vezes chocantes, outras desconcertantes – se retirará para avaliar seu veredito.

Após argumentações finais, caso Jackson está nas mãos do júri

O juri encarregado do caso do doutor Conrad Murray, acusado de homicídio culposo de Michael Jackson, se reunirá na sexta-feira para determinar o veredicto, após as alegações finais do julgamento, na Corte Superior de Los Angeles, nesta quinta.

O juiz Michael Pastor disse ao juri, composto por sete homens e cinco mulheres, que “comece a deliberar amanhã (sexta-feira) pela manhã”.

Pouco antes, o promotor David Walgren e o advogado de Murray, Ed Chernoff, fizeram suas alegações finais no tribunal.

Walgren tentou demonstrar que a negligência de Murray provocou a morte de Jackson. Segundo o promotor, graves falhas profissionais do médico de 58 anos, que recebia um salário mensal de 150 mil dólares, “privaram os filhos de Jackson de um pai e o mundo, de um gênio”.

Ed Chernoff disse ao juri que Murray foi “um pequeno peixe em um tanque sujo”, e afirmou que as principais testemunhas do caso conspiraram contra o médico sobre o que ocorreu na casa de Jackson no dia 25 de junho de 2009, data da morte do astro pop.

O julgamento, de quase seis semanas, procurou determinar a responsabilidade de Murray na morte de Jackson por overdose de medicamentos.

Fontes: MJJ Underground Brasil / AFP

Julgamento de Murray entra em recesso e volta quinta-feira

11/01/2011

O juiz Michael Pastor colocou o julgamento da morte de Michael Jackson em recesso até quinta-feira, às 9h (horário local). Ele e os advogados das partes irão discutir detalhes jurídicos do caso que não interferem no julgamento e se prepararem para seus pronunciamentos finais.

Pastor pediu ao júri para que não se informasse sobre o caso, por intermédio de nenhum meio, nesses dois dias. Ele também instruiu os responsáveis pelo julgamento a não se expressarem sobre em nenhum meio de comunicação.Conrad Murray afirmou nesta terça-feira que decidiu não depor em sua própria defesa, durante o julgamento no qual é acusado de homicídio culposo.

“Minha decisão é a de que não vou depor sobre este assunto”, disse ao juiz Michael Pastor, durante um intervalo no julgamento que ocorre na Suprema Corte de Los Angeles, e que deve ser encerrado nos próximos dias.

Fonte : TERRA / Forum Neverland

Thriller em primeiro lugar na lista de musicas de Halloween da Billboard

10/31/2011

Não importa os doces açucarados. Dia das Bruxas traz alguns doces deliciosos para o ouvido, também. Mas que canções de Halloween são as mais populares? Como você prepara sua lista de reprodução para a festa de Halloween, estamos ajudando a ter certeza de que você não perca um nenhum sucesso, como apresentamos a nossa assustadora contagem regressiva do Billboard Top Halloween Songs. Porque quando se trata de Dia das Bruxas, estas são as músicas que você não gostaria de ser pego … morto … sem.

Segue a lista:

10- Witchy Woman (Eagles)
9-  Runnin’ With the Devil (Van Halen)
8- Somebody’s Watching Me (Rockwell)
7- Don’t Fear the Reaper (Blue Oyster Cult)
6- A Nightmare on My Street (D.J. Jazzy Jeff & the Fresh Prince)
5- Highway to Hell (AC/DC)
4- Werewolves of London (Warren Zevon)
3- Ghostbusters (Ray Parker Jr.)
2- Monster Mash (Bobby “Boris” Pickett & the Crypt-Kickers)
1- Thriller (Michael Jackson)

“Thriller”, que atingiu No. 4 no Hot 100 em 1984, é o mais baixado hit tema-Halloween de todos os tempos, com vendas digitais ate a presente data de 2,8 milhões, segundo a Nielsen SoundScan. (É também a best-seller faixa de Jackson (em downloads), à frente do segundo colocado “Billie Jean”, que vendeu 2,3 milhões).

 

Julgamento do Dr. Conrad Murray entra na reta final com debate científico

10/30/2011

Depois de um debate de especialistas em farmacologia, termina na próxima semana o julgamento do médico de Michael Jackson, apresentado pela promotoria como um incapaz, em meio à preocupação da defesa de mostrar o artista como um dependente, provavelmente um viciado, sem lançar novas luzes sobre os acontecimentos no quarto do astro pop, no dia de sua morte.

Durante horas e horas, dois famosos especialistas mundiais, um deles convocado pela acusação e o outro, pela defesa, expuseram teorias opostas sobre o que ocorreu com o “Rei do Pop” no dia 25 de junho de 2009, quando ocorreu sua morte, aos 50 anos, em Los Angeles, devido a uma overdose do anestésico propofol que o cantor usava como sonífero.

Conrad Murray, acusado de homicídio culposo pela morte de Jackson, trabalhava desde maio desse ano como médico pessoal do astro, e afirma que administrou o propofol – usado em cirurgias – depois de uma noite de insônia do cantor, uma vez que outros sedativos não surtiram efeito.

A defesa alega que Jackson estava desesperado pelo vício e causou a própria morte, quando estava sozinho, enquanto a promotoria acusa Murray de homicídio involuntário por “graves negligências”.

O anestesista Steven Shafer, chamado pela acusação, e seu colega Paul White, do lado da defesa, apresentaram projeções teorizando sobre quais poderiam ser os níveis dos sedativos que teria recebido Jackson – e a que horas – para chegar às concentrações de fármacos no organismo, no momento de sua morte.

Basicamente, White afirma que Jackson tomou várias pastilhas de Lorazepam e injetou em si mesmo o propofol com a ajuda de uma seringa horas antes de morrer. Shafer diz que Murray administrou em Jackson 10 vezes mais Lorazepam e quatro vezes mais propofol do que o declarado à polícia.

O certo é que, no quarto, estavam sozinhos Murray e Michael Jackson e que qualquer interpretação sobre o ocorrido deve-se à palavra de um cientista sobre a do outro.

Nesta segunda-feira, quando o julgamento entrará na sexta semana, a promotoria vai interrogar White, quem refutou, qualificando-as de “irracionais” as acusações teóricas apresentadas na semana anterior por seu ex-aluno Shafer.

Fonte: MJJ Underground Brasil / UOL

Michael Jackson no Guinness Book 2012

10/25/2011

Embora muitos artistas tenham dominado o 2012 Guinness Book of World Records, Michael Jackson ainda é o rei. Na verdade, ele poderia facilmente estar no Guinness Book of World Records como a celebridade mais reconhecida sempre.

“Thriller” atualmente continua sendo o álbum mais vendido de todos os tempos. Em 07 de fevereiro de 1984, foi introduzido no Livro Guinness World Records.

Michael possui inúmeros registros, incluindo de ter ganhado a maior quantidade prêmios Grammy em um ano, mais hit singles nas paradas britânicas em um ano, album mais vendido de todos os tempos, o mais longo período no n° 1 por um artista de R&B, maior venda de curtas, maior lucro anual para uma estrela pop, música e família de maior sucesso pop.

Em 2012 Michael Jackson estará no Guinness Book com quatro novos recordes:

-Maior faturamento póstumo de um artista, segundo a lista Forbes de 2010, Jackson ganhou 275 milhões de dólares durante o ano, mais do que a soma do resto do Top 10. No primeiro ano de sua morte, foi relatado que o Espólio faturou 1 bilhão e 17 milhões de dólares em receitas, com vendas de mais de 9 milhões nos Estados Unidos e de 24 milhões no resto do mundo. Só em vendas de discos chegaram a 383 milhões de dólares.

-Jaqueta mais cara vendida em leilão – A jaqueta mais valiosa vendida em um leilão foi a de couro preta e vermelha que o cantor usou em seu famoso vídeo “Thriller” foi vendida para Milton Verret de Austin, Texas, EUA, por 1 milhão e 800 mil dólares pela Julien’s Auction de Beverly Hills em 26 junho de 2011.

-Maior período entre singles no top 40 dos EUA – Michael Jackson detém o record com um período de 39 anos e dois meses entre “Got To Be There” em 6 de novembro de 1971 e “Hold My Hand” em janeiro de 2011.

-Maior pôster – As medidas do maior poster são de 52.1m x 51.8m de comprimento cobrindo uma área de 2.698m² representando a imagem do álbum “Michael”. Foi colocado na Rectory Farm, Hounslow, no Reino Unido, em 8 de dezembro de 2010, por uma equipe de promoção da Sony Music. O tempo para instalar o cartaz foi de 3 horas.

Fonte: MJJ Underground Brasil / Forum Neverland

Murray “agiu como empregado, e não como médico”, diz especialista

10/20/2011

O médico de Michael Jackson agiu como “um empregado” ao obedecer ao cantor dando a ele o sedativo que pedia, e cometeu “violações intoleráveis” de sua profissão, denunciou nesta quarta-feira um especialista em anestesiologia, durante o julgamento de Conrad Murray, em Los Angeles.

“Michael Jackson queria propofol todas as noites para poder dormir, e Conrad Murray lhe dizia ‘sim’. Isso é o que faz um empregado (…) Não estava exercendo seu julgamento médico”, criticou o anestesista Steven Shafer na Suprema Corte de Los Angeles.

“A relação médico-paciente consiste em que o médico ponha o paciente em primeiro lugar. Isso não significa que faça o que o paciente pede, e sim o que for adequado”, assinalou Shafer.

Murray, um cardiologista de 58 anos, era o médico particular de Jackson, e é acusado de homicídio culposo por ter tratado a insônia do cantor com um anestésico.

“Um médico teria dito a Jackson: ‘Não vou te dar nada’, e teria relatado o caso a um especialista”, criticou Shafer. Além disso, Murray cometeu “violações intoleráveis” das normas da profissão, que levaram à morte do Rei do Pop, afirmou o anestesista. “Michael Jackson morreu porque deixou de respirar, o que é totalmente normal e rotineiro durante um procedimento, mas não representa um problema”, porque o médico deve estar ali para desobstruir as vias do paciente.

Murray alegou ter se ausentado por alguns minutos, para ir ao banheiro, após sedar Jackson, e que, ao retornar, notou que o cantor não respirava. “No local, não havia praticamente nenhuma das medidas de prevenção que são tomadas durante a administração do propofol”, apontou Shafer.

Em um depoimento duro, o último apresentado pela promotoria antes da apresentação das testemunhas de defesa, a partir de sexta-feira, o anestesista indicou que essas violações, além da falta de um monitor do ritmo cardíaco e da ausência de um prontuário médico, “contribuíram para a morte de Michael Jackson”.

Segundo Shafer, Murray foi ainda antiético ao negar à família de Jackson acesso ao histórico médico do cantor. O anestesista disse que concordou em servir de testemunha porque se preocupa “com a reputação dos médicos”, e que espera “ajudar a recuperar a confiança nos anestesistas”.

“Todos os dias, na sala de cirurgia, quando digo aos pacientes o que vou fazer, eles me perguntam: ‘Vão me dar a droga de Michael Jackson?’”, narrou o anestesista. “Não deveriam ter medo, o propofol é um medicamento excelente.”

Fonte: MJJ Underground Brasil

O que esperar esta semana no julgamento do Dr. Conrad Murray

10/11/2011

Após a pausa para o feriado, o julgamento do Dr. Conrad Murray será retomado na terça-feira às 12h45, quando o júri vai escutar o resto do áudio da declaração Dr. Murray gravado pela polícia. Há um número estimado de 45 minutos de áudio ainda a ser escutado.

Alguns dos momentos-chave ainda precisam ser ouvidos pelo jurados:

-Dr. Murray diz aos detetives que Joe Jackson nunca apareceu no hospital com o resto dos Jacksons no dia que Michael Jackson morreu.

-Dr. Murray diz que ele reuniu-se uns momentos com Katherine Jackson depois que ela ouviu que Michael Jackson tinha morrido. Ele diz que lhe disse que ele não sabia o que o matou.

-Dr. Murray explica porque as câmeras de segurança filmaram ele deixando o hospital às 4:30 horas no dia Jackson morreu.

Dr. Christopher Rogers, o patologista que realizou a autópsia de Michael Jackson, é esperado para depor nesta terça-feira. Dr. Rogers provavelmente vai enfrentar questões cruciais sobre a causa da morte e circunstâncias da morte. No relatório do legista, Dr. Rogers decidiu que a causa da morte foi intoxicação aguda por propofol e da forma de morte foi homicídio.

Ainda esta semana o estado também espera chamar para depor um anestesista que irá listar todos os padrões que Murray violou quando ele deu propofol a Michael Jackson. Durante interrogatórios das testemunhas, espera-se que a defesa tente fazer que a sua teoria de que havia lorazepam demais e propofol no estômago de Jackson teria sido administrada por IV.

A defesa deverá apresentar o seu caso durante alguns dias, então a promotoria deve apresentar um caso de contestação, que poderia incluir um farmacologista ou especialista em drogas, que poderão testemunhar sobre o metabolismo e a taxa de absorção.

Fonte: MJJ Underground Brasil / CNN